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No nosso blog: Brasileiros, Norte Americanos, Portugueses, Canadenses, Russos, Ingleses, Italianos, Eslovenos, enfim, todos que gostam da cultura Brasileira e que tem nos acompanhado.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Teatro Militante para crianças e adultos

Trabalhando um teatro de militância voltado primeiramente para crianças e paralelo para adultos, o grupo paulistano Nóis Na Mala pretende viajar por todo o país com seu teatro, ideia que aparece em seu nome.
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— Tudo começou quando eu e o Bruno Cordeiro, então alunos do último ano de licenciatura em arte teatro da Unesp, tivemos a ideia de reunir amigos e fazer um teatro de militância que dialogasse com as crianças — fala João Alves, integrante do grupo.
Sempre achamos que as histórias infantis tinham um cunho voltado para uma educação de direita. Nossa ideia era transformar essa realidade colocando questões políticas nos contos. Aqueles que já tinham alguma coisa nesse sentido, queríamos sublinhar mais ainda, dar relevo maior a essa questão.
O primeiro espetáculo, Uma jornada de João e Maria, estreou em 2010 focando a questão da fome.
— São duas crianças moradoras de uma pequena vila no sertão do Nordeste, que escutam os pais conversando sobre abandoná-las para que pudessem ter uma vida melhor em outro lar. Isso faz com que as crianças entrem em uma jornada cheia de desafios, com aliados e inimigos — expõe João.
— A montagem apresenta a vida em um contexto de miséria, situação extrema que leva as pessoas a tomarem decisões de limites. Em Histórias de medo, tratamos de assuntos muitas vezes evitados para crianças, como o medo. Usamos a música e o bom humor para chegar em momentos tenebrosos das histórias, sempre dialogando com as crianças — continua.
Já em Nosso meio ambiente, tratamos de questões ligadas ao cuidado com o meio ambiente, levando para o cotidiano das crianças. E assim tratamos todas as nossas montagens, sempre tendo o cuidado de chegar em uma linguagem acessível para as crianças, dentro desse contexto do social.
O grupo trabalha com contações de histórias, tendo o objetivo de estimular a leitura e a imaginação.
É importante lançar um olhar sobre a criança que a valorize como produtora de cultura, não apenas como receptora da mesma. Procuramos estabelecer um diálogo que respeite e considere seus saberes, para que a partir daí possa aprender novas coisas — explica João.
Paralelo às montagens para as crianças, passamos a montar espetáculo para o público adulto. Isso sem nenhuma intenção de parar com o trabalho para o público infantil, que achamos muito importante, significativo.

Festivais de Nativismo no rádio

Natural de Alegrete, na fronteira oeste do Rio Grande do Sul, o radialista, compositor e pesquisador da sua cultura, Hilo Paim é um dos mais importantes representantes do movimento nativista gaúcho hoje. Viajando por todo o estado através dos festivais de músicas nativas, Hilo apresenta o programa ‘Pelos Palcos do Rio Grande’, transmitindo pela Rádio Universidade de Santa Maria com a intenção de divulgá-los e preservar sua existência.
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Nasci e vivi 26 anos da minha vida no campo, e minhas origens são da área rural, tanto da parte dos pais quanto dos avós. Somente nessa idade, já trabalhando como servidor na Universidade Federal de Santa Maria, tive que escolher entre continuar no campo e passar para um outro órgão do Ministério da Educação, ou vir para Santa Maria — conta Hilo.
Como sempre olhava para aquelas porteiras que nos separavam da cidade com curiosidade para saber o que tinha além, optei por vir para Santa Maria, em 1986. Aqui fiquei 20 anos trabalhando na universidade, sem nenhuma ligação com cultura e afastado das coisas do campo.
Sua entrada no mundo da música e dos festivais aconteceu por acaso, quando um amigo o convidou para conhecer um estúdio de rádio.
— Era uma tarde de sábado, estávamos tomando um chimarrão na sombra do prédio onde morávamos. Ele me convidou para conhecer a Rádio Universidade, onde apresentava um programa. Eu nunca tinha entrado em uma emissora, e disse: ‘Bem, vamos lá então tomar chimarrão e conversar mais’.
 — A partir desse momento começou uma grande mudança na minha vida. Fiquei um período auxiliando-o na produção do programa, fiz um curso profissionalizante na Feplam, em Porto Alegre, viajando para lá todos os finais de semana, até me tornar um profissional de rádio — diz.
Hilo ganhou um programa voltado para transmissões de festivais nativistas.
— Em uma quinta-feira que não lembro o dia, em 1999, foi a minha formatura como radialista, e no domingo já estava em Jaguari, a 100 km daqui de Santa Maria, transmitindo a final de um dos maiores festivais que temos no Rio Grande, o ‘Grito do Nativismo Gaúcho de Jaguari’.

Restauração de igreja preserva arte de monges e escravos

O diretor de Patrimônio do Mosteiro de São Bento, situado na zona portuária do Rio de Janeiro, dom Mauro Fragoso, avaliou, em entrevista à Agência Brasil, que a restauração da Igreja Abacial Nossa Senhora do Montserrate é importante não só para a comunidade monástica como para toda a sociedade fluminense.


Reprodução
Mosteiro de São Bento, RJ Mosteiro de São Bento, RJ
A igreja, construída a partir de 1633, e que compõe o conjunto arquitetônico do mosteiro, envolverá recursos não reembolsáveis do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no montante de R$ 8,7 milhões. A participação do banco no projeto atinge 80%.

“A construção e ornamentação da referida igreja são um marco na memória beneditina em todo o continente americano. Lembrando que apenas o Brasil contou com essa ordem durante todo o período colonial das três Américas”, disse Mauro Fragoso.

O contrato entre o BNDES e o Mosteiro de São Bento foi assinado no último dia 13. Os monges terão 36 meses para utilizar os recursos. Isso significa que as obras de restauração do templo deverão ser concluídas em até três anos. De acordo com informação do Departamento de Economia da Cultura do BNDES, a primeira parcela dos recursos já foi liberada.

Ainda segundo o BNDES, as intervenções envolvem a restauração das duas capelas falsas (Santa Ida de Lovânia e Francisca Romana), das seis capelas laterais (Nossa Senhora da Conceição, São Lourenço, Santa Gertrudes, São Brás, Nossa Senhora do Pilar e São Caetano), do forro da nave central, de dois púlpitos, de dois tocheiros, da balaustrada do guarda-corpo, situado no coro, sob a nave central, e da extensão da capela do Santíssimo. Nas capelas, as obras compreendem a recuperação das paredes, imagens, castiçais e lampadários, informou a assessoria de imprensa do BNDES.

Para dom Mauro Fragoso, a preservação desse patrimônio significa salvaguardar a memória de monges e escravos, que trabalharam na edificação da igreja sobre a rocha firme, “história até então omitida pelos historiadores”. O monge do Mosteiro de São Bento observou que poucos leitores sabem da atuação de Antônio Teles, escravo com titulação de mestre pintor, e de seus oficiais na decoração desse templo.

Destacou, ainda, que há quatro séculos a igreja vem sendo referencial da vida de muitos fiéis que nela tiveram a iniciação cristã, casaram e receberam outros sacramentos ao longo de suas vidas. Dom Mauro Fragoso disse, ainda, que a preservação da Igreja de Nossa Senhora de Montserrate ultrapassa a fronteira religiosa, “uma vez que para que haja religiosidade, é necessário que haja primeiro a cultura”.

Fonte: Agência Brasil

Bienal do Livro em Brasília ensina técnicas do cordel ao público

Entre as muitas atrações deste sábado (19) na 2ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura, os visitantes puderam aprender um pouco mais sobre o cordel em uma oficina ministrada pelo artista popular paraibano Jairo Mozart Pereira. Cordelista há 27 anos, ele diz que o cordel foi o primeiro veículo de expressão de massa no Brasil.


Na oficina, Pereira ensinou algumas das técnicas da poesia popular, como a sextilha, com estrofes de seis versos, e o decassílabo, que tem o verso com dez sílabas. Já no quadrão, com oito versos, as estrofes são encerradas sempre com o verso: "nos oito pés a quadrão". O cordelista também mostrou a técnica da gemedeira, em que os versos “Ai, ai, ui, ui, para ficar gemendo agora” sempre terminam o poema.

“O cordel é uma expressão popular ainda muito importante no Nordeste. O Brasil herdou essa cultura milenar dos mouros”, disse Pereira, que dá treinamento de cordel para professores do Distrito Federal e Entorno.

Ao pé da letra, cordel significa corda pequena. Seu uso para a classificação da literatura vem do costume, introduzido no Brasil pelos portugueses, de pendurar as cartilhas com os escritos em barbantes nos locais onde as obras eram colocadas à venda. Comumente impressos em papéis rústicos, os exemplares ganharam ilustrações em xilogravura entre o final do século 19 e o começo do século 20.

O bancário aposentado Aluizio Soares de Cerqueira diz que aprendeu a gostar de cordel na infância e na juventude no Piauí. “A gente via muito nas feiras os vendedores de romance, de cordel. Gostava de ouvir os cordelistas e os violeiros. O cordel sempre me interessou, mas escrevia aleatoriamente, sem técnica. Quando soube da oficina, me interessei em fazer. Vim aprender a técnica e quero continuar”, disse.

Fonte: Agência Brasil

SP: gravura japonesa do século 19 pode ser vista em exposição

Aberta no Museu Afro Brasil, no Parque Ibirapuera, zona sul paulistana, a exposição A Arte do Ukiyo-e traz gravuras japonesas da década de 1860 para a capital paulista. São 42 trípticos – conjuntos com três imagens – e um políptico – várias gravuras - pertencentes à coleção do artista visual Roberto Okinaka.


Museu Afro Brasil
A exposição foi aberta ao público na última quarta-feira(16)  e se estenderá até o dia 15 de junho. A exposição foi aberta ao público na última quarta-feira(16) e se estenderá até o dia 15 de junho.
Os trabalhos atendiam a uma demanda editorial de luxo da região de Edo, atual Tóquio. “Essas imagens são mercadorias. São estampas para serem veiculadas, como uma revista de arte e luxo”, explica a professora de arte e literatura japonesa da Universidade de São Paulo (USP), Madalena Hashimoto.

As obras, pouco conhecidas no Brasil, trazem uma influência ocidental que seria inesperada para um país que ainda era muito fechado à época. “Tem uma cor inesperada. Porque a cor que está trabalhada já é uma cor ocidental, com muitos tons anílicos. É o azul da prússia, o carmesim, verde-esmeralda. São cores que não eram da paleta japonesa. Mas nesses anos, entre 1830 e 1850, começa a ter uma avalanche de pigmentos desse tipo”, destaca sobre as influências em pontos como a cor e a perspectiva usada nos desenhos.

Os elementos ocidentais foram introduzidos, de acordo com Madalena, pelos chineses e holandeses, que há mais de um século tinham conseguido penetrar no país. “Através deles, muitos livros e objetos são incorporados. Então, a gente nota que o Japão não estava tão fechado assim”, ressalta.

Por outro lado, as gravuras preservam traços fortemente ligados a tradição artística nipônica. “A gente nota que é uma elegância ímpar tudo, nas figuras femininas e masculinas. Há uma interação entre figura e paisagem muito forte. Essa construção é muito tradicional, pega fontes literárias dos séculos 10, 12”, acrescenta Madalena.

Apesar de terem sido feitas em um período de turbulência social e política, as gravuras ilustram temas amenos e cotidianos. “É a década em que está acontecendo tudo. Mas essas gravuras que são mostradas aqui são super-plácidas. Quem vê essas gravuras não imagina que o xogunato está desmoronando, tal a idealização desse universo de calma, arte e estabilidade”, analisa a professora lembrando o período histórico. A queda dos senhores feudais – xoguns – abriu espaço para a centralização do poder no imperador.

A exposição foi aberta ao público na última quarta-feira (16) e se estenderá até o dia 15 de junho.

Fonte: Agência Brasil

domingo, 30 de março de 2014

Leão empata com a Portuguesa e se garante na final da Série B



 

Paulo Dimas
Como uma verdadeira decisão, o jogo contou com todos os ingredientes
Alta tensão: Como uma verdadeira decisão, o jogo contou com todos os ingredientes

Manoel Alves
Barra Mansa
O Barra Mansa garantiu na tarde de ontem, um lugar na final da Taça Santos Dumont – primeiro turno da Série B do Carioca. A equipe recebeu a Portuguesa no Estádio Leão do Sul e aproveitou a vantagem do empate. O jogo terminou em 1 a 1, com gols de Jefferson para o Barra Mansa e Leandrão para a Portuguesa. Na final, o Leão do Sul pega o Olaria, que venceu o America por 3 a 2.
O jogo
Com todos os ingredientes de uma decisão, a partida contou com um bom público, torcida empolgada, catimba, expulsões e até uma paralisação por falta de ambulância no estádio. Por ter feito melhor campanha do que o adversário, o Barra Mansa tinha a vantagem de jogar pelo empate.
Mas antes mesmo da bola rolar o técnico Wilson Leite já teve que fazer uma mudança. Baia acabou vetado antes mesmo de a equipe entrar em campo.
Contagiado pelo clima de decisão, o Barra Mansa começou tomando a iniciativa e obrigava a Portuguesa a se contentar com os contra-ataques.
Aos 27 minutos, o zagueiro Rafael Faria, da Portuguesa, deu um grande susto em todos no estádio. Ao tentar cortar um cruzamento, ele caiu sobre o braço e ficou inerte e foi atendido ainda no campo. A equipe médica constatou que a queda provocou uma forte luxação na junção do pulso com a mão esquerda, o que causou fortes dores e o desmaio do atleta.
Após o susto, o jogo continuou e com muitas chances de gols desperdiçadas pelo Barra Mansa. Antes do final da primeira etapa, em um vacilo da defesa da Portuguesa, Jefferson experimentou e marcou o primeiro, 1 a 0 para o Barra Mansa.
Leão segura e vai à final
Na volta do intervalo, mais um problema. A ambulância que atendeu o zagueiro da Portuguesa ainda não havia retornado e a que estava no estádio não tinha todos os equipamentos necessários. O árbitro Carlos Eduardo Nunes Braga resolveu esperar, e lá se foram 28 minutos.
Depois de iniciado, o segundo tempo mostrou mudanças nos times, quem tomava a iniciativa de ataque eram os visitantes que precisam vencer para chegar à final.
Com a pressão da Portuguesa, o empate veio aos 10 minutos, com Leandrão. A Lusa dominava o jogo e mandava no meio-campo, mas esbarrou no goleiro Iago, do Barra Mansa, que praticou pelo menos três grandes defesas.
A importância do jogo acabou transparecendo o nervosismo dos jogadores. O atacante Jefferson do Barra Mansa e o meia Serginho da Portuguesa se envolveram em uma confusão e o juiz expulsou os dois.
Mesmo com um a menos, não havia tempo para mais nada e assim que o árbitro apitou o final de jogo, a festa foi intensa tanto para a torcida, quanto para os jogadores.
Classificado para a decisão da Taça Santos Dumont, agora o Barra Mansa duelará com o Olaria, no próximo sábado, às 15h, no Estádio Leão do Sul. Pela boa campanha, o Leão tem a vantagem de jogar por um empate.

Ficha técnica
Barra Mansa 1 x 1 Portuguesa
Local: Estádio da Colônia Santo Antonio
Gols: Jefferson aos 41min do primeiro tempo e Leandrão aos 10min do segundo
Árbitro: Carlos Eduardo Nunes Braga
Auxs: Alexandre Eller e Diego Luiz Couto Barcelos
Cartões Amarelos: Kaique e Jefferson (BM) e Victor Hugo e Felipe (Portuguesa)
Cartões Vermelhos: Jefferson (BM) e Serginho (Portuguesa)
Público presente: 1.087
Público pagante: 821
Renda: R$ 7.010,00
Barra Mansa: Iago; Brasinha (William), Carlão, Thiago e Vitinho; Audren, Sergio Manoel, Rafael Lourenço e Rodriguinho (Nandinho); Jefferson e Kaique.
Técnico: Wilson Leite
Portuguesa: Borges; Édson, Jordan, Rafael Faria (Artur) e Rafinha; Marcio Gomes, Victor Hugo, Romarinho e Juninho (Felipe); Leandrão e Leandrinho (Serginho)
Técnico: Silvinho     


Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/6,87380,Leao-empata-com-a-Portuguesa-e-se-garante-na-final-da-Serie-B.html#ixzz2xSGA55F9

quinta-feira, 27 de março de 2014

MinC comemora 10 anos do programa Cultura Viva

O Programa Cultura Viva, criado em 2004, completa, em 2014, 10 anos de existência. O programa se pauta na valorização e reconhecimento de grupos ou coletivos que realizam trabalhos culturais em suas comunidades, em prol da cidadania e diversidade cultural. O "Cultura Viva" surgiu para estimular e fortalecer, no país, uma rede de criação e gestão cultural, que tem como referência os Pontos de Cultura.


 Programa Cultura Viva
 Programa Cultura Viva
 As ações da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural (SCDC/MinC) baseiam-se na meta 23 do Sistema Nacional de Cultura (SNC), que prevê 15 mil Pontos de Cultura em funcionamento até 2020. Além disso, outras ações prioritárias da secretaria envolvem a valorização dos conhecimentos de povos e comunidades tradicionais, políticas de acessibilidade, valorização da cultura LGBT e políticas para criança e juventude.

Atualmente, já foram reconhecidos mais de três mil pontos de cultura em todo país. O programa promove o estímulo às iniciativas culturais da sociedade civil, por meio de convênios celebrados após a realização de chamada pública. "Os pontos de cultura são uma grande oportunidade de conectar crianças e jovens com uma formação cultural mais densa, profunda, de um Brasil que a gente muitas vezes desconhece", esclarece a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, Márcia Rollemberg.

TEIA da Diversidade 2014
Entre os dias 19 e 24 de maio, acontece, em Natal, a TEIA Nacional da Diversidade 2014. O evento visa fortalecer o exercício dos direitos culturais, a atuação em rede, o diálogo e a parceria entre a sociedade civil, gestores, instituições de ensino, instâncias de participação social e sociedade em geral, no campo cultural, para a qualificação e o fortalecimento de políticas e ações de valorização e promoção da cultura brasileira em todos os seus aspectos e segmentos culturais.

A TEIA Nacional da Diversidade 2014 contará com um grande Fórum Nacional dos Pontos de Cultura, nos dias 19 e 20, que discutirá o programa, a institucionalização e o projeto de lei Cultura Viva. "Será um momento de discussão de políticas setoriais específicas, e de discutir ações estruturantes que são as redes dos Pontos de Cultura. Será uma grande conferência social de cultura", enfatiza Márcia Rollemberg.

A TEIA Nacional tem como parceiros o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RN (IFRN), a Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do RN (Funcern), a Universidade Federal do RN (UFRN), o governo do RN, a Fundação Capitania das Artes e a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura.

Confira aqui as chamadas para participar da Cobertura Colaborativa, da Concepção da Marca e da Mostra Artística da TEIA Nacional da Diversidade 2014.

Confira abaixo a entrevista com a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, Márcia Rollemberg.