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domingo, 8 de fevereiro de 2015

Cinema brasileiro tem presença expressiva no Festival de Berlim

O cinema brasileiro tem participação expressiva na 65ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim – Berlinale -, que começou nesta quinta-feira (5) na capital alemã e vai até o próximo dia 15. Ao todo, 14 filmes brasileiros participam de cinco mostras do festival, enquanto 13 profissionais marcam presença no Berlinale Talents, o grande encontro de profissionais do setor.


Divulgação
Cena do filme <i>Ausência</i>, de Chico Teixeira, que está na mostra Panorama, do festival Cena do filme Ausência, de Chico Teixeira, que está na mostra Panorama, do festival
De acordo com nota divulgada nesta quinta-feira pela Agência Nacional do Cinema (Ancine), oito filmes e três profissionais estão na Berlinale, com o apoio da instituição. Na seção do festival destinada a trabalhos de vanguarda e experimentais, estão participando os filmes Brasil S/A, de Marcelo Pedroso, e Beira-Mar, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher. As duas produções foram apresentadas ao curador Christoph Terhechte em outubro do ano passado, durante a oitava edição do Programa Encontros com o Cinema Brasileiro, promovido pela Ancine.

Na mostra Panorama, foram selecionados para esta edição quatro filmes brasileiros: Sangue Azul, de Lírio Ferreira, que abre a mostra; Ausência, de Chico Teixeira; Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert; e Jia Zhang-ke, um Homem de Fenyang, de Walter Salles. Os três primeiros foram contemplados pelo programa de apoio da agência.

Os longas Beira-Mar, Ausência e Sangue Azul também estão indicados ao prêmio Teddy, que o Festival de Berlim concede às melhores obras que abordem a temática LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e transgêneros). Em 2014, o vencedor nessa categoria foi um filme brasileiro, Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro.

Na seção Berlinale Shorts, dedicada aos curtas-metragens, o representante brasileiro é o filme Mar de Fogo, de Joel Pizzini. Na mostra NATIVe, de cinema indígena, que este ano terá como foco as produções da América Latina, o Brasil comparece com quatro filmes: Hepari Idub'rada, Obrigado Irmão, de Divino Tserewahú (1998); O Mestre e o Divino, de Tiago Campos Tôrres (2003); As Hiper Mulheres (Itão Keugü), de Carlos Fausto, Leonardo Sette e Takumã Kuikuro (2011); e Ma Ê Dami Xina - Já me Transformei em Imagem, de Zezinho Yube (2008).

Fonte: Agência Brasil

Vale Cultura beneficia 339 mil trabalhadores


   

Oficialmente lançado pelo governo federal em março de 2014, o Vale Cultura beneficiou, desde então, 339,6 mil trabalhadores brasileiros. Neste período, os beneficiários utilizaram, ao todo, R$ 47,47 milhões no acesso a eventos, aquisição de produtos e pagamentos de mensalidades de cursos.


O benefício, no valor mensal de R$ 50, possibilita o acesso dos trabalhadores a teatros, museus, cinemas, shows e circos, por exemplo. O Vale-Cultura pode ser utilizado para compra de CDs, DVDs, livros, revistas e jornais. Além disso, é permitido o uso do cartão para pagamento de mensalidade de cursos de artes, audiovisual, dança, circo, fotografia, música, literatura ou teatro.

De acordo com a Caixa Econômica Federal, mais de R$ 35 milhões foram gastos no setor de livros, jornais e revistas. O valor corresponde a 74% do consumo total dos beneficiários do Vale Cultura.

Além disso, os trabalhadores utilizaram R$ 8,1 milhões em ingressos nos cinemas. A expectativa da Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (Feneec) é que esse valor aumente ainda mais em 2015.

Uma das formas utilizadas pela federação para incentivar a utilização do Vale-Cultura nos cinemas são as propagandas. Para o presidente da instituição, Paulo Lui, o benefício é um incentivo para aqueles que perderam o hábito de assistir filmes.

Ainda segundo a Caixa, demais setores culturais representam cerca de 10% do consumo com o cartão, sendo que as lojas de instrumentos musicais são responsáveis por 2% do total gasto com no último ano. Teatros são escolhidos por 1% dois beneficiários do programa.

Adesão

O Vale-Cultura pode ser oferecido a trabalhadores com carteira assinada por empresas e entidades com personalidade jurídica. Para isso, o empregador precisa aderir ao Programa Cultura do Trabalhador, do Ministério da Cultura.

Em contrapartida, as empresas que aderirem ao programa terão isenção do governo federal de encargos sobre o valor do benefício concedido. Além disso, as despesas no Imposto de Renda poderão serão abatidas em até 1% do imposto devido.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Carnaval, suor e resistência

Durante os anos de chumbo da ditadura militar brasileira, diversas foram as formas que coletivos encontraram de se expressar e neste contexto de medo e repressão, algumas escolas de samba não deixaram os crimes da ditadura embaixo do tapete para entrar na avenida, pelo contrário, trouxeram à luz um grito de liberdade.


Por Mariana Serafini, do Vermelho


Reprodução
Desfile da Acadêmicos do Salgueiro em 1968 Desfile da Acadêmicos do Salgueiro em 1968
O Carnaval, enquanto expressão popular, canta todos os anos – em maior ou menor escala – a realidade do povo brasileiro. Durante a ditadura militar não foi diferente, apesar da censura constantes do Dops, alguns sambistas corajosos fizeram de seus sambas enredo verdadeiros gritos de resistência.

Com samba no pé, as escolas de samba Acadêmicos do Salgueiro, Império Serrano e Vila Isabel não dançaram a música que a ditadura tocou. Cantaram contra o regime, mesmo com censura e ameaças. 

A Salgueiro desfilou em 1967 com o enredo A história da liberdade no Brasil, onde exaltou lutas populares. Todos os ensaios foram monitorados pelo Dops, que liberou a escola para o desfile na Sapucaí.

Já a Império Serrano se arriscou logo no primeiro carnaval depois do AI-5, o ano era 1969 e os compositores Silas de Oliveira, Mano Décio da Viola e Manuel Ferreira foram obrigados a mudar a palavra “revolução” por “evolução” no samba-enredo Heróis da Liberdade.

A música usava como plano de fundo a Inconfidência Mineira: “Ao longe soldados e tambores/Alunos e professores/Acompanhados de clarim/Cantavam assim/Já raiou a liberdade/A liberdade já raiou/Essa brisa que a juventude afaga/Essa chama/ Que o ódio não apaga pelo universo/É a revolução em sua legítima razão”. Considerada subversiva, a frase foi reescrita. “É a evolução em sua legítima razão”.

A Unidos de Vila Isabel levou para a avenida o samba Sonho de um Sonho, já nos anos 80, ainda sob a ditadura. Inspirada na poesia de Carlos Drummond de Andrade e assinada por Martinho da Vila, a composição clamou por liberdade sem disfarçar: “Um sorriso sem fúria entre o réu e o juiz/A clemência e a ternura por amor da clausura/A prisão sem tortura, inocência feliz/Ai meu Deus/Falso sonho que eu sonhava”.

A música que a ditadura tocou

Porém, nem só a resistência cantaram as escolas de samba, algumas usaram a avenida para impulsionar e fortalecer o regime opressor. Foi o caso da Beija-Flor de Nilópolis que nos carnavais de 1974 e 1975 propagou o ideal militar de que “este era o país de um presente grandioso e um futuro promissor”.

No samba Grande Decênio de 1974 a escola levou para avenida uma verdadeira “propaganda” da ditadura: “Nas asas do progresso constante/ Onde tanta riqueza se encerra/ Lembrando PIS e Pasep/ E também o Funrural/ Que ampara o homem do campo/ Com segurança total/ O comércio e a indústria/ Fortalecem nosso capital/ Que no setor da economia/ Alcançou projeção mundial/ E lembraremos também/ O Mobral, sua função/ Que para tantos brasileiros/ Abriu as portas da educação”

A Imperatriz Leopoldinense foi ainda mais longe e usou um dos lemas do governo de Emílio Garrastazu Médici em seu samba enredo. Por meio do personagem Martim Cererê de Cassiano Ricardo, a escola cantou o refrão: “Gigante pra frente a evoluir / Milhões de gigantes a construir /Vem cá Brasil/Deixa eu ler/ A sua mão menino/ Que grande destino/Reservaram pra você”.

De uma forma mais discreta, a Estação Primeira de Mangueira usou as belezas naturais para destacar o período que o país vivia em 1970 com Um cântico à natureza: “Oh, lugar! / Oh, lugar! / Tudo que se planta dá / Terra igual essa não há/ Isso é Brasil!”.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Jardim histórico da Casa de Rui Barbosa, no Rio, começa a ser revitalizado

ABr
Local é vinculado ao Ministério da Cultura

Museu Casa de Rui Barbosa: Local é vinculado ao Ministério da Cultura
Aos 165 anos, o jardim do Museu Casa de Rui Barbosa, em Botafogo, no Rio, vai ser revitalizado. Localizado na Rua São Clemente, o museu é vinculado ao Ministério da Cultura e funciona na casa em que o jurista baiano viveu até 1923. As informações são da Agência Brasil.
"Vai ser uma obra de engenharia profunda. Essa parte nós vamos trabalhar em associação com a Fundação Darcy Ribeiro", disse à Agência Brasil o presidente da Fundação Casa de Rui Barbosa, professor Manolo Florentino. Segundo o professor, será o primeiro processo de revitalização de jardim histórico no Brasil em grande escala, e é possível que surjam, no decorrer dos trabalhos, problemas inéditos.
Por isso, será preciso criar técnicas, além do próprio processo de revitalização. Cada etapa será filmada e registrada, para ser transformada depois em livro. De acordo com Florentino, a ideia é devolver as informações às faculdades de urbanismo, paisagismo e arquitetura como um conhecimento novo, específico. A obra vai garantir a integridade do jardim, que data de 1850, por, no mínimo, as próximas três gerações, afirmou Florentino.
De acordo com o professor, será também o primeiro projeto no país, em grande escala, nos moldes propostos pela Carta de Florença, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), e pela Carta dos Jardins Históricos Brasileiros. As duas convenções consideram tanto os valores culturais quanto os componentes ambientais na conceituação e definição dos princípios gerais de preservação de jardins históricos.
O início das obras está previsto para fevereiro e o término, para dezembro "ou, no máximo, para janeiro de 2016". O jardim tem área de 6,2 mil metros quadrados. Estão previstas melhorias na pavimentação e acessibilidade para  pessoas com necessidades especiais e idosos. Além disso, um novo sistema de iluminação e sinalização possibilitará atividades noturnas no jardim, cujo horário de fechamento será estendido das 18h para as 21h.
A revitalização do jardim do Museu Casa de Rui Barbosa terá apoio financeiro de R$ 3,6 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Esses recursos serão destinados à Fundação Darcy Ribeiro e se somarão a R$ 1,2 milhão oriundos do Fundo Nacional de Cultura, liberados com a mesma finalidade.
"Vai ser um processo sincrônico", disse Florentino, pois a verba do Fundo Nacional de Cultura irá para o restauro das estátuas, do quiosque e do mobiliário do jardim, "que custa muito caro". Os R$ 3,6 milhões do BNDES, cuja aprovação foi anunciada hoje (30), serão aplicados na parte específica do jardim e nas obras de engenharia.
De acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), existem no Rio de Janeiro 40 jardins históricos. O BNDES trabalha com a perspectiva de que o projeto de revitalização do Museu Casa de Rui Barbosa abra espaço para iniciativas de manutenção e restauração de outros jardins históricos no país, em atendimento às normas de preservação patrimonial.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Prefeitura de São Paulo lança Empresa de Cinema e Audiovisual

O setor audiovisual da capital paulista, incluindo cinema, TV, games e conteúdos audiovisuais para web, ganhou uma parceria de peso no desenvolvimento de suas atividades. Nesta quarta-feira (28), foi lançada a SPCine - Empresa de Cinema e Audiovisual de São Paulo.


Gustavo Serrate
O ministro Juca Ferreira esteve no lançamento da SPCine e destacou as ações culturais que pretende desenvolver no Ministério da Cultura O ministro Juca Ferreira esteve no lançamento da SPCine e destacou as ações culturais que pretende desenvolver no Ministério da Cultura
O ministro da Cultura, Juca Ferreira, esteve no lançamento da SPCine que foi concebida e planejada durante sua gestão como secretário de Cultura da cidade de São Paulo. Para o ministro, "é uma empresa porosa e aberta para os produtores culturais. O que fizemos na SPCine e na Secretaria de Cultura de São Paulo como um todo foi fruto de diálogo amplo".

A empresa atua como um escritório de desenvolvimento, financiamento e implementação de programas e políticas para o setor audiovisual. Nasce com o objetivo de reconhecer e estimular o potencial econômico e criativo do audiovisual paulista e seu impacto em âmbito cultural e social.

A SPCine é uma iniciativa da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e o Ministério da Cultura (MinC), por meio da Ancine (Agência Nacional do Cinema). A gestão e os investimentos compartilhados entre as três esferas de governo é um de seus diferenciais.

Estiveram no lançamento, ao lado do ministro Juca Ferreira, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad; o presidente da Ancine, Manoel Rangel; o secretário nomeado de Cultura do município, Nabil Bonduki, o secretário interino de Cultura do município, Guilherme Varella; e Alfredo Manevy que foi apresentado, nesta noite, como diretor-presidente da SPCine.

Atuação


Entre seus eixos de atuação estão inovação, criatividade e acesso; desenvolvimento econômico; e integração e internacionalização.

Durante a cerimônia foram apresentadas, também, as áreas de atuação da empresa: a SP Film Comission será o escritório que viabilizará as filmagens na cidade de São Paulo; o Circuito SP vai buscar levar a experiência do cinema a todas as regiões da capital paulista; a Leia - Laboratório de Inovação e Experimentação Audiovisual buscará criar um ambiente propício a co-criação e ao desenvolvimento de novas ferramentas, produtos, soluções e modelos de negócio para o setor audiovisual; e a SP Bits será o conjunto de programas e ações para o mercado de games e cultura digital, vai estimular a produção nacional de jogos eletrônicos, incentivando o debate e implementando linhas de financiamento específica para impulsionar o desenvolvimento criativo e econômico da área.


Fonte: Ministério da Cultura

Forte de Copacabana abre programação dos 450 anos do Rio

O Forte de Copacabana abre o calendário de homenagens ao aniversário de 450 anos do Rio de Janeiro, comemorado em março, com programação especial. Em concerto gratuito no próximo sábado (31) a partir das 18 horas, a Orquestra Violões do Forte de Copacabana receberá a Orquestra Popular Tuhu, do projeto Villa-Lobos e as Crianças, para uma participação especial.


A Orquestra Violões do Forte de Copacabana é uma iniciativa do Instituto Rudá e do comando do Forte A Orquestra Violões do Forte de Copacabana é uma iniciativa do Instituto Rudá e do comando do Forte
Diretora executiva do Orquestra de Violões do Forte, Márcia Melchior informou que abrir a programação em homenagem aos 450 anos do Rio “é puro êxtase”. Do repertório, constam Bossa Nova e o melhor da música popular brasileira (MPB) de raiz. “É um repertório exclusivamente popular brasileiro. O público desfrutará de grandes obras de nossos melhores compositores, além de arranjos inéditos do jovem maestro Luiz Potter.”

A Orquestra Violões do Forte de Copacabana é uma iniciativa do Instituto Rudá e do comando do Forte. O projeto promove a inclusão social e cultural de crianças e jovens de comunidades do estado. Participam da orquestra 30 jovens. A coordenação musical é do músico Antonio Carlos, da dupla Antonio Carlos e Jocafi. Os arranjos são feitos por Flavio Goulart de Andrade e a regência, por Luiz Henrique Potter.

Já o Villa-Lobos e as Crianças oferece oportunidades profissionais para jovens talentos de classes sociais menos favorecidas. A base são os ensinamentos pedagógicos do maestro e compositor Heitor Villa-Lobos. Neste conceito, foi criada a Orquestra Popular Tuhu – apelido de Villa-Lobos quando criança. O projeto é coordenado por Maria Clara Barbosa, cavaquinista formada pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), com direção musical de Turíbio Santos.

A Orquestra Popular Tuhu é apoiada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), pela Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage, pelo Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro (Iserj) e pela Academia Brasileira de Música. A iniciativa tem patrocínio da Petrobras e da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor).

O Forte de Copacabana fica na Praça Coronel Eugênio Franco, Posto 6, Zona Sul da capital Fluminense. Informações podem ser obtidas pelo telefone 21- 25211032.

Rio promove 450 tours gratuitos

A Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Turismo e da Riotur, irá oferecer, 450 passeios guiados por alguns dos locais mais belos da cidade até o dia 1° de março no projeto Rio Walking Tour em comemoração dos 450 anos. São seis roteiros, sendo três naturais (com capacidade de atender até 20 pessoas por vez) e três históricos-culturais (para até 30 pessoas).

Os roteiros naturais exploram o Parque Nacional da Tijuca, o Morro da Urca e as Cachoeiras do Horto, enquanto os de perfil histórico-cultural levam cariocas e turistas a conhecerem a Zona Portuária e Pequena África , (passado e futuro do Porto Maravilha), Rio 450 anos (no Centro, entre o Saara e a Cinelândia, com destaque para arquitetura) e Rio Cultural (no Centro, entre a Candelária e a Praça XV, com destaque para igrejas, centros culturais e construções históricas).

Os passeios acontecem de terça a domingo até o dia 1° de março. Os roteiros detalhados e as inscrições (que podem ser feitas até às 20h do dia anterior ao passeio desejado) estão disponíveis na Internet.

Esta é a segunda edição do projeto “Rio Walking Tour”, lançado durante a Copa do Mundo no Brasil e que levou 689 pessoas de 35 países diferentes a participar dos tours gratuitos, oferecidos em três bairros da cidade, nos dias em que não ocorreram jogos da seleção brasileira ou partidas no Maracanã.

Também estão previstas na programação da trezena visitas a instalações do Departamento Geral de Ações Sócio-Educativas (Degase), ao complexo penitenciário de Bangu, ao Quartel-General da Polícia Militar, ao Maracanã, ao Cristo Redentor e a diversos hospitais, asilos, cemitérios e igrejas da cidade.

Programação completa aqui.

Fonte: Correio do Brasil

Mostra ‘Mestres do Samba’

Visitantes poderão conferir 17 capas de artistas renomados que marcaram época e popularizaram o ritmo brasileiro

Samba: Visitantes poderão conferir 17 capas de artistas renomados que marcaram época e popularizaram o ritmo brasileiro
Resende

O Carnaval está chegando e até a arte já está no clima da festa. Em Resende, no mês da folia, o projeto Arte na Capa terá o samba como tema, com a exposição “Mestres do Samba”. A exposição, que todo mês retrata o trabalho artístico das capas dos antigos discos de vinil, é uma realização da Fundação Casa da Cultura Macedo Miranda, por meio do Museu da Imagem e do Som (MIS). Se você é fã no vinil e adora um bom samba, anote na agenda! A exposição ficará aberta à visitação entre os dias 2 e 27 de fevereiro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. E a entrada será gratuita.
Segundo o diretor do MIS, Guilherme Rodrigues, os visitantes que comparecerem à exposição poderão conferir 17 capas de artistas renomados que marcaram época e popularizaram esse ritmo brasileiro. O material da exposição faz parte do acervo do MIS e conta com discos de artistas do passado como Cartola, Roberto Silva, Paulo Freire, Moreira da Silva, Os difusores do Samba, Os Originais do Samba, Os Crioulos da Paulicéia, as Eternas Cantoras do Rádio; e de hoje, como Beth Carvalho, Arlindo Cruz e Paulinho da Viola, entre outros.
E o melhor! Durante a visita, o público poderá, inclusive, ouvir as faixas musicais dos discos.
- O Carnaval é uma das festas mais importantes do país e o samba tem uma contribuição enorme para a sua popularização. Por isso, resolvemos com esta exposição prestar uma homenagem a esses artistas que com seu trabalho contribuíram para o fortalecimento do nosso samba – destaca Guilherme Rodrigues.


Serviço


A exposição ‘Mestres do Samba’ ficará aberta à visitação entre os dias 2 e 27 de fevereiro, no Museu da Imagem e do Som, em Resende, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. A entrada é gratuita.