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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Cinema americano estimula conflitos violentos, diz Oliver Stone


Filmes americanos contribuem para a violência no mundo. Quem afirma é o diretor Oliver Stone. A declaração foi feita durante um debate na manhã desta segunda-feira, 17/6, no Festival de Cinema de Xangai.


  O cineasta Oliver Stone, durante debate no México, em 2011. (Foto: Francisco Guasco - 12.nov.2011/Efe)
Stone participou de um debate com Johnie To, cineasta de Hong Kong. O tema: como filmes influenciam a vida real? Para o americano, desde o fim dos anos 1990, Hollywood tem estimulado os filmes que glorificam a guerra. Durante sua fala, Stone foi interrompido diversas vezes por aplausos do público.

Entre os exemplos de filmes que estimulam a violência, Stone citou "O Resgaste do Soldado Ryan" (1998), de Steven Spielberg, e "Falcão Negro em Perigo" ("Black Hawk Down', 2001), de Ridley Scott.

"Esse tipo de filme, assim como 'Gladiador', criam essa mentalidade: dizem ao espetador que é bom ir a outro país para matar ou morrer", disse Stone.

"Há milhares de pessoas como eu que não creem no império americano, que acham necessário deter seu avanço, porque isso leva a um mundo de loucura, desequilibrado, supostamente apoiado no domínio do ar, da terra, do mar, do espaço e do ciberespaço", acrescentou o diretor.

Para Stone, a abordagem da violência no cinema só deve ser feita se há um bom motivo e com responsabilidade. Segundo o diretor, a maioria dos filmes acaba exagerando nas cenas mais violentas.

Ele justificou a violência bélica de seu filme "Platoon", dizendo que a obra é apenas uma fábula sobre a guerra, e que as cenas não são realistas.

Oscar

Venceu na categoria de melhor diretor por Platoon (1986) e Nascido em 4 de Julho (1989) e na categoria de melhor roteiro adaptado por O Expresso da Meia-Noite (1978).

Fonte: Folha de S.Paulo

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