Uma equipe de pesquisadores descobriu um complexo arqueológico em Chavín de Huántar, no Norte do Peru. No local, foram encontradas peças esculpidas em forma de cabeças, feitas em pedra, do período-pré-inca. A estimativa é que as obras de arte tenham mais de 2 mil anos.
EFE
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O chefe do grupo de pesquisadores, o arqueólogo norte-americano, John Rick, destacou que as peças têm formato humano, mas são semelhantes também a alguns animais.ok47812.jpg)
Cabeças incas de dois mil anos de antiguidade descobertas no Peru
As esculturas em pedra foram localizadas quando os pesquisadores faziam escavações na região. As cabeças encontradas têm 39 centímetros de largura, 43 de altura e pesam, em média, 250 quilos. Rick disse que pela expressão nas esculturas, as faces parecem estar soprando ou assobiando.
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Segundo o arqueólogo, as cabeças em pedra eram colocadas em cima das fachadas, em locais elevados. De acordo com ele, havia centenas dessas peças. Pelos estudos do período pré-inca, havia crenças na evolução do animal para o homem, daí a avaliação do pesquisador de que há traços de animais mesclados com humanos.Pedido de propriedade de Machu Picchu é negado pela JustiçaEscultura maia de 1.400 anos é descoberta na Guatemala
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"Encontramos as pedras trabalhadas e entre elas as duas cabeças na mesma posição", afirmou Rick, em entrevista para a Telesur, indicando que as esculturas rolaram depois de um terremoto.
Desde 2004, a organização norte-americana Global Heritage Fund, a Universidade de Stanford e a companhia mineradora Antamina financiam projetos de investigações arqueológicas e de conservação em Chavín de Huántar.
Da redação do Vermelho,
Com informações da Agência Brasil e Telesur
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